Você já pode pagar boletos vencidos em qualquer banco!

Desde março de ano, os boletos bancários vencidos de valores entre 50 mil reais e dois mil reais já podem ser pagos em qualquer banco. Além disso, os juros e multas deles já são calculados automaticamente. A novidade só não abrange as contas de consumo (como luz e água) e nem os tributos (IPTU e IPVA). Essa ideia genial é da Federação Brasileira de Bancos – Febraban, que criou a Nova Plataforma de Cobrança.

Mas, se seus pagamentos envolvem quantias menos volumosas, não se preocupe! A Febraban instituiu um calendário de implementação desta ferramenta segundo o valor do título que vai até dezembro de 2017.

Veja bem!

  • A partir de 10 de julho, passarão a ser aceitos os boletos de valores menores que R$ 2.000,00 e maiores que R$ 1.000,00;
  • De 18 de setembro em diante, títulos menores que R$ 1.000,00 e maiores que R$ 500,00, terão pagamento universal;
  • Valores menores que R$ 500,00 e maiores que R$ 200,00 começarão a ser recebidos em qualquer banco a partir de 23 de outubro;
  • E, por último, os valores menores que R$ 200,00s passam a ser pagos em qualquer instituição de 11 de dezembro em diante.

No ato da emissão, os boletos serão registrados na plataforma e, no ato do pagamento do débito, o banco vai consultar essa base para saber se as informações lidas no título financeiro estão corretas. Se estiver tudo certo, a operação será autorizada com sucesso. Caso contrário, você realmente vai precisar pagar o boleto apenas no banco que o emitiu.

O legal é que esta Nova Plataforma de Cobrança também criou um novo comprovante de pagamento, bem mais completo, que conterá as informações de juros, multas e até os descontos incidentes no valor cobrado.

Mais segurança para você! Um dos principais problemas que os bancos querem eliminar por meio desta nova plataforma é o risco de fraudes. “Mas, como assim”, você deve estar se questionando. É que, na medida em que as informações lidas no código de barras precisam coincidir com a base de dados da plataforma, o golpe que adultera o código de barras — para que um fraudador receba o valor pago no lugar do credor — fica quase impossível.

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